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Um dia vou ser tudo aquilo que quero.
Mas onde posso guardar os sonhos que escolho adiar, até lá?
Isto é, mantê-los preservados, até que chegue a altura de me dedicar a eles.
E se depois for muito tarde?
Se forem guardados posso pegar neles noutra vida? Se é que tal coisa mais estrambólica existe.
E se não tiver, de todo, o que for preciso?

Olha, lá vai a maluca, a fazer as maluquices do costume...
Ingénua e trapalhona!
Não se devem cancelar ou adiar assim tantas oportunidades. A partir de uma certa altura, torna-se complicado consegui-las com tanta fluidez.
Bem, vamos ver.

publicado às 20:14

Merdices

27.10.19

Warning: Este post será,  provavelmente, apagado mais tarde.


Estão a ver aquelas pessoas muito irritantes que se queixam dos outros, sem alguma vez pensar que o problema possa mesmo partir delas?
Ora, se está tudo mal com toda a gente, de quem será a culpa? De toda a gente menos elas, claro.
Pessoas claramente carentes a partir de uma certa hora e desprezíveis a partir do início de um novo dia.
Vitimizam-se como se fossem a última bolacha do pacote e como se fossem os únicos bimbos à face da terra com problemas reais.
E depois há os totós, que não conseguem deixar de se preocupar com essas mesmas pessoas e vão levando com as suas neuras ou, atrevo-me a dizer, uma certa patologia a roçar ali a psicopatia.
Que, só por acaso, só meeeesmo por acaso, é o meu caso.

publicado às 11:20

Excessos

25.10.17

Preocupo-me excessivamente ou não me preocupo nada.

Coloco uma pressão excessiva em mim e nas minhas capacidades ou não sinto qualquer motivação.

Ligo excessivamente ao que os outros possam pensar de mim ou dos meus actos ou não estou para aí virada.

 

Enfim, não sei o que é levar a vida num meio-termo, isto é, de uma forma mais saudável.

Sinto que esta semana não passa e é só testes e mais testes...

Chego ao ponto de quase ir às lágrimas por frustração em relação a tudo aquilo que não estou a conseguir entender. Depois fico de tal forma concentrada naquilo que estou a sentir que já não consigo absorver nada de nada.

Coloco uma pressão fortíssima em mim própria e fico aflita só de pensar na falha que pode vir a ocorrer.

E não só... por muito ridículo que possa parecer, fico até a sentir uma pressão - que lá no fundo sei que é inexistente - por parte daqueles que acreditam em mim. No entanto, ninguém é tão rígido comigo como eu sou. De todo!

Estou a tentar desviar-me deste padrão de perfeccionismo doentio, mas sinto que já estou mais que formatada para tal.

 

Sugestões?

 

(Ponto positivo da semana: na última consulta de psicologia, aprendi a respiração diafragmática e fiquei muito surpreendida com a sensação de relaxamento. Não fico tonta, como a Dra disse que poderia acontecer, mas fico com um sono descomunal. Irei aprofundar num post futuro!)

publicado às 20:46

Toxicidade

20.10.17

Não sou boa com palavras.

Gosto de utilizar a música como veículo de expressão. É a forma através da qual sinto que me aproximo daquilo que quero dizer sentir. Vejo a minha reflexão nas palavras, nas letras. Talvez venha daí a minha dependência da música. 

 

Tinha ontem começado um post em tom de desabafo pela minha falta de paciência. Normalmente até costuma resultar bastante bem. Trata-se até de um dos objectivos deste blog: fazer com que me sinta mais leve.

No entanto teve o efeito completamente contrário. Acabei por ficar ainda mais frustrada e bastante irritada por estar a tocar nos assuntos que inicialmente me levaram a querer escrever.

Por vezes, o simples acto de descarregar toda esta toxicidade torna-se fisicamente cansativo. Não se consegue respirar. É como estar constantemente a correr maratonas.

Os dias tornam-se tão iguais mas cada vez mais excruciantes.

Preciso de férias desta cabeça. 

 

publicado às 19:12


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