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3:03

27.11.19

Lição a retirar: beber café à noite, nunca é uma boa ideia.

publicado às 03:03

 

publicado às 21:01

cerebros-conectados.jpg
Todos ou quase todos nós, decerto já passou por aquela experiência de estar demasiadamente preocupado com algum problema alheio. Problemas acerca dos quais não temos controlo. Problemas do/a nossa cara-metade, dos nossos amigos ou familiares.

Às vezes um amigo ou uma amiga desabafa connosco acerca de algum dos seus problemas e queremos por tudo ajudar e, claro, isso é legítimo. Mas às vezes a preocupação é tanta que chegamos ao ponto de quase viver os problemas do outro.

Sentir empatia pelo outro é natural mas nem sempre é algo positivo, quando tida em excesso, podendo levar-nos a sentirmo-nos limitados ou reduzidos, sem que muitas vezes a gente dê por isso.

Uma das dicas que encontrei e achei até bastante interessante para combater a preocupação/empatia excessiva foi:

  • organizar o tempo de forma a que dediquemos parte do tempo a nós próprios. Ao dedicarmos tempo a nós próprios, vamo-nos sentir melhor e mais capazes de lidar com os outros e, até poder ajudá-los, tendo sempre em conta que não somos super-heróis!
  • Não nos devemos também sentir culpados: Há que saber relativizar as coisas e isso leva-nos a ter de entender que todos nós temos problemas e que se fossemos todos culparmo-nos por tudo o que surge na vida dos nossos, jamais teríamos uma vida tranquila.

    Por isso, lembrem-se, ajudem-se uns aos outros, mas acima de tudo, ajudem-se a vocês próprios, sabendo que para poder ajudar o outro, é preciso estarmos bem connosco em primeiro lugar, de forma a que tenham o melhor de nós.


    E vocês? Conhecem mais dicas?



    Segue-me em: voxnihiliii!

 

 

publicado às 18:42

Sonhos, 
Sonhos que vão sobrevoando na minha mente atribulada
Que um dia decidi perseguir.
Seguem firmes e firmes os sinto,
até que chega a inércia antes sentida
Não se sente a confiança, tão firme como eram antes os sonhos
Começo a fugir de tudo.
Até ficar no ponto 0 de novo. 
0 é tudo o que tenho neste momento. 
Se eu fosse um número seria o 0.




publicado às 20:19

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É verdade, mesmo que a muito custo, cheguei ao post número 100!
Pensei em fazer algo muito elaborado, mas após muito pensar, pensei em fazer uma simples retrospectiva.

Este blog tem-me acompanhado desde momentos menos bons a momentos de grande alegria. Posso dizer que em posts passados andava mais depressiva e ansiosa e o mesmo agora não se verifica.
Pude muitas vezes desabafar aqui, o que foi uma grande ajuda.
Uma das pessoas a que tenho de agradecer imenso por muitas vezes me incentivar a voltar a escrever é a minha querida Carta! E se é que já não a conhecem - o que acho pouco provável - aconselho-vos a dar uma olhada no blog dela e obviamente, segui-la!

Concluindo, que me sirva de refúgio durante muito mais tempo, para que eu um dia possa olhar para trás, como olho agora e, veja realmente que tudo passa, e tudo muda. Como já diziam os HMB

 

 

segue-me em: voxnihiliiii 

publicado às 23:18

   Hoje o post vai ser dedicado à saúde mental.
   Do meu ponto de vista existe, talvez, algum estigma em torno da toma de medicamentos como uma forma de reduzir os sintomas das doenças mentais.

antidepressivos-isrs.jpg

   Ora bem, tomar ou não medicamentos?
   Quando era uns anos mais nova, ouvia muitas pessoas dizer que era uma pena que os tomasse ou que devia tentar deixá-los, por "fazerem mal".
   Eu própria, nunca gostei muito deles!
   Mas, hoje em dia, tenho para mim, que se de facto se sente uma melhoria ou bem estar com a toma de antidepressivos ou ansiolíticos, ou seja o que for, não existe um motivo para o qual se deve deixá-los de parte. Isto, obviamente, após tentar outro tipo de tratamento que não os envolva.

   Facto, é que há para quem baste o acompanhamento psicológico e há quem precise de outro tipo de ajuda para além do acompanhamento. E não há mal nenhum nisso!

   Interessa sentirem-se bem e o mais confortáveis possível!

Be happy! :)

publicado às 20:05

Um dia vou ser tudo aquilo que quero.
Mas onde posso guardar os sonhos que escolho adiar, até lá?
Isto é, mantê-los preservados, até que chegue a altura de me dedicar a eles.
E se depois for muito tarde?
Se forem guardados posso pegar neles noutra vida? Se é que tal coisa mais estrambólica existe.
E se não tiver, de todo, o que for preciso?

Olha, lá vai a maluca, a fazer as maluquices do costume...
Ingénua e trapalhona!
Não se devem cancelar ou adiar assim tantas oportunidades. A partir de uma certa altura, torna-se complicado consegui-las com tanta fluidez.
Bem, vamos ver.

publicado às 20:14

 

publicado às 18:49

E tem sido esta uma das músicas da banda sonora destes dias mais esperançosos. Só é pena ser curtinha!

publicado às 19:51

publicado às 17:05

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