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Ciclos

01.02.20

Olá!
Deixei o blog ao abandono durante algum tempo, por ter andado bastante ocupada, o que significa que por momentos me mantive estável. Foi óptimo... por momentos.

Não sou nada de criar resoluções de ano novo nem nada que se pareça. Não gosto por ser algo que se força, mas respeito quem as faça! E admiro até quem as consegue concretizar. Não seria de todo o meu caso.
Contudo, pensei que este ano tinha tudo para começar bem e assim continuar. Comecei a colher frutos em Dezembro, após meses de derrotas consecutivas.

Chega Janeiro e começa tudo a desmoronar-se... desilusões por parte de pessoas que menos esperava, dispensa do melhor trabalho que tive até hoje, que tal como a minha psicóloga me disse "assentava quase como um fato feito à medida".
A partir daí, começou tudo a intensificar-se. Neste caso, a ansiedade.

Ela sempre cá esteve e é saudável até certo ponto. Eu tenho noção disso! Estou até orgulhosa dos mecanismos, considerados bons ou maus - isso já depende da perspectiva de cada um - que fui arranjando ao logo de todos estes anos para lidar com ela. O que é certo é que, bons ou maus, resultam!

Mas ultimamente tem sido demais. E confesso não estar a conseguir lidar, pelo menos no seu todo. Cometi também o erro de tentar "resolver-me" sozinha. Pensei mesmo que ia conseguir lidar com tudo isto, sozinha.

Mas não é possível. Admiro quem consiga ultrapassar os seus demónios sozinho. Mas pedir ajuda é também sinal de coragem. Porque tudo assusta, inclusive pensar que temos de exteriorizar tudo aquilo que nos está atormentar. No meu caso, também me custou devido ao facto de voltar a um espaço ao qual tinha deixado de ir há uns meses.

On a lighter note, sei que vai ficar tudo bem. Porque já tive provas de que isso é possível. Temos só de ter bastante paciência enquanto percorremos o caminho até lá.


publicado às 13:12

bad brain day

30.12.19

 

 

Screenshot_20191230-220338_1.jpgHello!

Venho com boas notícias. Passei no exame de código!

Escusado será dizer que passei a noite cheia de insónias e naúseas, tal era a ansiedade. 

Mas passei! 

No entanto... Aprendi que um bad brain day é um bad brain day e não há nada a fazer...

Temos de saber lidar com estes dias e esperar que passe. I guess...

publicado às 22:05

 

publicado às 21:26

3:03

27.11.19

Lição a retirar: beber café à noite, nunca é uma boa ideia.

publicado às 03:03

 

publicado às 21:01

cerebros-conectados.jpg
Todos ou quase todos nós, decerto já passou por aquela experiência de estar demasiadamente preocupado com algum problema alheio. Problemas acerca dos quais não temos controlo. Problemas do/a nossa cara-metade, dos nossos amigos ou familiares.

Às vezes um amigo ou uma amiga desabafa connosco acerca de algum dos seus problemas e queremos por tudo ajudar e, claro, isso é legítimo. Mas às vezes a preocupação é tanta que chegamos ao ponto de quase viver os problemas do outro.

Sentir empatia pelo outro é natural mas nem sempre é algo positivo, quando tida em excesso, podendo levar-nos a sentirmo-nos limitados ou reduzidos, sem que muitas vezes a gente dê por isso.

Uma das dicas que encontrei e achei até bastante interessante para combater a preocupação/empatia excessiva foi:

  • organizar o tempo de forma a que dediquemos parte do tempo a nós próprios. Ao dedicarmos tempo a nós próprios, vamo-nos sentir melhor e mais capazes de lidar com os outros e, até poder ajudá-los, tendo sempre em conta que não somos super-heróis!
  • Não nos devemos também sentir culpados: Há que saber relativizar as coisas e isso leva-nos a ter de entender que todos nós temos problemas e que se fossemos todos culparmo-nos por tudo o que surge na vida dos nossos, jamais teríamos uma vida tranquila.

    Por isso, lembrem-se, ajudem-se uns aos outros, mas acima de tudo, ajudem-se a vocês próprios, sabendo que para poder ajudar o outro, é preciso estarmos bem connosco em primeiro lugar, de forma a que tenham o melhor de nós.


    E vocês? Conhecem mais dicas?



    Segue-me em: voxnihiliii!

 

 

publicado às 18:42

Sonhos, 
Sonhos que vão sobrevoando na minha mente atribulada
Que um dia decidi perseguir.
Seguem firmes e firmes os sinto,
até que chega a inércia antes sentida
Não se sente a confiança, tão firme como eram antes os sonhos
Começo a fugir de tudo.
Até ficar no ponto 0 de novo. 
0 é tudo o que tenho neste momento. 
Se eu fosse um número seria o 0.




publicado às 20:19

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É verdade, mesmo que a muito custo, cheguei ao post número 100!
Pensei em fazer algo muito elaborado, mas após muito pensar, pensei em fazer uma simples retrospectiva.

Este blog tem-me acompanhado desde momentos menos bons a momentos de grande alegria. Posso dizer que em posts passados andava mais depressiva e ansiosa e o mesmo agora não se verifica.
Pude muitas vezes desabafar aqui, o que foi uma grande ajuda.
Uma das pessoas a que tenho de agradecer imenso por muitas vezes me incentivar a voltar a escrever é a minha querida Carta! E se é que já não a conhecem - o que acho pouco provável - aconselho-vos a dar uma olhada no blog dela e obviamente, segui-la!

Concluindo, que me sirva de refúgio durante muito mais tempo, para que eu um dia possa olhar para trás, como olho agora e, veja realmente que tudo passa, e tudo muda. Como já diziam os HMB

 

 

segue-me em: voxnihiliiii 

publicado às 23:18

   Hoje o post vai ser dedicado à saúde mental.
   Do meu ponto de vista existe, talvez, algum estigma em torno da toma de medicamentos como uma forma de reduzir os sintomas das doenças mentais.

antidepressivos-isrs.jpg

   Ora bem, tomar ou não medicamentos?
   Quando era uns anos mais nova, ouvia muitas pessoas dizer que era uma pena que os tomasse ou que devia tentar deixá-los, por "fazerem mal".
   Eu própria, nunca gostei muito deles!
   Mas, hoje em dia, tenho para mim, que se de facto se sente uma melhoria ou bem estar com a toma de antidepressivos ou ansiolíticos, ou seja o que for, não existe um motivo para o qual se deve deixá-los de parte. Isto, obviamente, após tentar outro tipo de tratamento que não os envolva.

   Facto, é que há para quem baste o acompanhamento psicológico e há quem precise de outro tipo de ajuda para além do acompanhamento. E não há mal nenhum nisso!

   Interessa sentirem-se bem e o mais confortáveis possível!

Be happy! :)

publicado às 20:05

Um dia vou ser tudo aquilo que quero.
Mas onde posso guardar os sonhos que escolho adiar, até lá?
Isto é, mantê-los preservados, até que chegue a altura de me dedicar a eles.
E se depois for muito tarde?
Se forem guardados posso pegar neles noutra vida? Se é que tal coisa mais estrambólica existe.
E se não tiver, de todo, o que for preciso?

Olha, lá vai a maluca, a fazer as maluquices do costume...
Ingénua e trapalhona!
Não se devem cancelar ou adiar assim tantas oportunidades. A partir de uma certa altura, torna-se complicado consegui-las com tanta fluidez.
Bem, vamos ver.

publicado às 20:14


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