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Olá! 

Ora bem, já tinha a ideia de criar um podcast há imenso tempo mas nunca surgiu o tempo certo.
Mas guess what? Temos agora todos tempo de sobra! Então, há males que vêm por bem (depende da perspectiva, pronto...)

Devo frisar, antes de mais, que tudo o que fizer tem como base descontracção e apenas o faço para me divertir e guardar boas memórias. Sou apenas uma gaja a mexer em programas demasiado complicados de edição. Sim, que a idade vai começando a pesar e já não acompanha estas tecnologias (ok, avó).

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O podcast, "Tea with Lesbians", nome sugerido por uma grande amiga minha, Sofia, está a partir deste momento disponível no Spotify e Soundcloud. No YouTube talvez venha a ter mais tarde.
Terá, em princípio uma regularidade de uma vez por semana, se tudo vier a correr conforme planeado.

Para quem estiver verdadeiramente interessado, existe também uma playlist no Spotify que contém todas as canções anunciadas no primeiro episódio.

Espero que gostem!


publicado às 15:05

Ora viva!
Sei que o assunto do momento é inevitavelmente o Covid-19, mas não devemos descurar o que é igualmente importante, ainda mais durante este período de isolamento.


Confesso não ser tão fã do facebook, pelo menos tanto quanto era há uns anos, porque sinto que se tornou um espaço tóxico, onde toda a gente debita tudo aquilo que deseja, sem qualquer filtro, nomeadamente opiniões que mexem com a liberdade de outros.
Mas, com a réstia de esperança que ainda me resta, acabei por encontrar dois grupos que neste momento dão uma ajuda a quem possa ter dificuldades em obter consultas de psicologia, seja por questões financeiras ou por, claro, nos encontrarmos em quarentena e alguns consultórios terem fechado.
Os profissionais de saúde, neste caso, os psicólogos são mesmo bastante prestáveis. Para quem prefere continuar com o seu terapeuta, aconselho a contactarem o mesmo, perguntando se há a possibilidade de ser por videochamada ou por escrita.

Seguem os links para os grupos mencionados, abaixo:
Apoio Psicológico (dado por profissionais de Saúde) Covid-19.
Apoio Psicológico Covid-19

Nestes momentos, é maravilhoso como a solidariedade das pessoas vem ao de cima. Fiquei e ainda estou surpreendida de forma positiva em como a saúde mental tem vindo a ser falada cada vez mais, quer em programas televisivos, quer por pessoas conhecidas do público. 

Outra sugestão: Lives do instagram do Bruno Nogueira (@corpodormente). Todos os dias da semana, excepto ao sábado e domingo, ele faz lives, mais ou menos a partir das 22:30h, em conjunto com outras pessoas: Nuno Markl (com o seu número de karaoke), Salvador Martinha, João Manzarra, Nuno Lopes e Jéssica Athayde são alguns dos nomes.

No final somos brindados com o Filipe Melo a tocar piano, como que a embalar-nos para uma boa noite de sono. 
É sempre bastante engraçado. E por vezes, em dias menos bons, é o momento alto do meu dia. Aconselho mesmo a darem uma vista de olhos!

publicado às 20:28

Ora viva!

Como já todos devem saber, vivem-se agora tempos conturbados com a pandemia do Covid-19, tendo-se tornado a Europa o epicentro da mesma.

Como medida preventiva, é recomendada a quarentena. Então e agora? Como podemos ocupar a nossa mente e tempo?

Para quem sofre de ansiedade, depressão, entre outros monstrinhos mentais, torna-se uma tarefa mais complicada.
No entanto, existem actividades que podemos exercer de forma a atenuar os sintomas de um isolamento prolongado.

Vivemos numa época, apesar de tudo, muito facilitadora, no sentido em que temos o acesso à tecnologia na ponta dos nossos dedos. Podemos agora organizar chamadas de grupo, de forma a matar as saudades e de nos mantermos perto uns dos outros. Falar daquilo que nos atormenta, de como nos sentimos e de formas de contornar isso são bons temas de conversa. Agora, mais do que nunca, temos de nos mostrar empáticos e solidários uns com os outros.

  • Jogos online - existe toda uma panóplia de jogos online com a opção de multi-jogador, para os mais variados gostos. Eu sou suspeita e por isso, aconselho Hearthstone e Town of Salem.

  • Jogos em família, sendo eles de tabuleiro, cartas, etc.
  • Aproveitar para fazer aquelas tarefas domésticas que por muito chatas que sejam, têm de ser feitas e que possam ter vindo a ser adiadas. Para quem sofre de depressão e possa ter os famosos sintomas de falta de energia, não se devem martirizar por fazer as coisas de forma gradual. Cada passo que dermos para chegarmos ao nosso objetivo, por muito pequeno que seja, deve ser sempre considerado uma vitória.

  • Colocar as séries e os filmes em dia para além de ser divertido, confere-nos a sensação de que o tempo passa mais depressa.

  • Para quem gosta de ler, agora é a altura mais que conveniente para colocar a leitura em dia.

  • Escrever para nos libertarmos um pouco da tensão que vamos acumulando também é, decerto, uma óptima estratégia.

  • Pratiquem algum tipo de exercício físico por casa e tenham uma alimentação equilibrada, assim como bons hábitos de sono.

Sei que a exposure é extremamente importante para qualquer pessoa, mas mais vital ainda para quem necessita de fazer a manutenção do seu bem-estar. No entanto, evitem ao máximo sair à rua. E mesmo que saiam, (tendo em conta que saem apenas em situações de força maior) façam-no tomando as devidas precauções recomendadas pela DGS.

Devemos todos ser responsáveis por nós e pelos outros. Não sabemos das fragilidades físicas ou mentais que cada um de nós tem, mas sabemos que há medidas preventivas que devem ser cumpridas.

 

Quero também deixar presente que estou disponível pelo instagram, caso alguém precise de conversar.

 

Cuidem-se.

publicado às 11:22

Ciclos

01.02.20

Olá!
Deixei o blog ao abandono durante algum tempo, por ter andado bastante ocupada, o que significa que por momentos me mantive estável. Foi óptimo... por momentos.

Não sou nada de criar resoluções de ano novo nem nada que se pareça. Não gosto por ser algo que se força, mas respeito quem as faça! E admiro até quem as consegue concretizar. Não seria de todo o meu caso.
Contudo, pensei que este ano tinha tudo para começar bem e assim continuar. Comecei a colher frutos em Dezembro, após meses de derrotas consecutivas.

Chega Janeiro e começa tudo a desmoronar-se... desilusões por parte de pessoas que menos esperava, dispensa do melhor trabalho que tive até hoje, que tal como a minha psicóloga me disse "assentava quase como um fato feito à medida".
A partir daí, começou tudo a intensificar-se. Neste caso, a ansiedade.

Ela sempre cá esteve e é saudável até certo ponto. Eu tenho noção disso! Estou até orgulhosa dos mecanismos, considerados bons ou maus - isso já depende da perspectiva de cada um - que fui arranjando ao logo de todos estes anos para lidar com ela. O que é certo é que, bons ou maus, resultam!

Mas ultimamente tem sido demais. E confesso não estar a conseguir lidar, pelo menos no seu todo. Cometi também o erro de tentar "resolver-me" sozinha. Pensei mesmo que ia conseguir lidar com tudo isto, sozinha.

Mas não é possível. Admiro quem consiga ultrapassar os seus demónios sozinho. Mas pedir ajuda é também sinal de coragem. Porque tudo assusta, inclusive pensar que temos de exteriorizar tudo aquilo que nos está atormentar. No meu caso, também me custou devido ao facto de voltar a um espaço ao qual tinha deixado de ir há uns meses.

On a lighter note, sei que vai ficar tudo bem. Porque já tive provas de que isso é possível. Temos só de ter bastante paciência enquanto percorremos o caminho até lá.


publicado às 13:12

bad brain day

30.12.19

 

 

Screenshot_20191230-220338_1.jpgHello!

Venho com boas notícias. Passei no exame de código!

Escusado será dizer que passei a noite cheia de insónias e naúseas, tal era a ansiedade. 

Mas passei! 

No entanto... Aprendi que um bad brain day é um bad brain day e não há nada a fazer...

Temos de saber lidar com estes dias e esperar que passe. I guess...

publicado às 22:05

 

publicado às 21:26

3:03

27.11.19

Lição a retirar: beber café à noite, nunca é uma boa ideia.

publicado às 03:03

 

publicado às 21:01

cerebros-conectados.jpg
Todos ou quase todos nós, decerto já passou por aquela experiência de estar demasiadamente preocupado com algum problema alheio. Problemas acerca dos quais não temos controlo. Problemas do/a nossa cara-metade, dos nossos amigos ou familiares.

Às vezes um amigo ou uma amiga desabafa connosco acerca de algum dos seus problemas e queremos por tudo ajudar e, claro, isso é legítimo. Mas às vezes a preocupação é tanta que chegamos ao ponto de quase viver os problemas do outro.

Sentir empatia pelo outro é natural mas nem sempre é algo positivo, quando tida em excesso, podendo levar-nos a sentirmo-nos limitados ou reduzidos, sem que muitas vezes a gente dê por isso.

Uma das dicas que encontrei e achei até bastante interessante para combater a preocupação/empatia excessiva foi:

  • organizar o tempo de forma a que dediquemos parte do tempo a nós próprios. Ao dedicarmos tempo a nós próprios, vamo-nos sentir melhor e mais capazes de lidar com os outros e, até poder ajudá-los, tendo sempre em conta que não somos super-heróis!
  • Não nos devemos também sentir culpados: Há que saber relativizar as coisas e isso leva-nos a ter de entender que todos nós temos problemas e que se fossemos todos culparmo-nos por tudo o que surge na vida dos nossos, jamais teríamos uma vida tranquila.

    Por isso, lembrem-se, ajudem-se uns aos outros, mas acima de tudo, ajudem-se a vocês próprios, sabendo que para poder ajudar o outro, é preciso estarmos bem connosco em primeiro lugar, de forma a que tenham o melhor de nós.


    E vocês? Conhecem mais dicas?



    Segue-me em: voxnihiliii!

 

 

publicado às 18:42

Sonhos, 
Sonhos que vão sobrevoando na minha mente atribulada
Que um dia decidi perseguir.
Seguem firmes e firmes os sinto,
até que chega a inércia antes sentida
Não se sente a confiança, tão firme como eram antes os sonhos
Começo a fugir de tudo.
Até ficar no ponto 0 de novo. 
0 é tudo o que tenho neste momento. 
Se eu fosse um número seria o 0.




publicado às 20:19


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